
Segunda rodada da negociação coletiva com o Sindigás
Os sindicatos defenderam a Pauta de Reivindicações dos (as) Trabalhadores (as) Unificada Nacionalmente em sua íntegra.
A reforma da previdência, que faz parte da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287, do Governo Federal, amedronta o trabalhador brasileiro com as novas condições impostas que o farão permanecer no mercado de trabalho por mais tempo e enfrentar um longo caminho para ter acesso à aposentadoria plena.
Em geral, a proposta do presidente Michel Temer fortalece ainda mais as disparidades sociais no Brasil. Com isso, caso a reforma seja aprovada e, realmente, passe a valer a idade mínima de 65 anos para homens e mulheres terem direito à aposentadoria, os estados com baixas expectativas de vida e menos condições de infraestrutura serão muito prejudicados.
A PEC também aprofunda as desigualdades entre homens e mulheres. No mês da mulher, sindicalistas e movimentos sociais fortalecem debates e preparam manifestações, no dia 8 de março, contra os prejuízos da reforma para as mulheres, que já assumem uma dupla jornada de trabalho e são menos valorizadas no mercado.
Não podemos desistir de lutar contra a pior reforma da previdência de todos os tempos que ameaça diretamente os direitos históricos conquistados com muita luta pelos trabalhadores. Participem das mobilizações e pressionem os deputados da Câmara Federal a não votarem em mais uma PEC da maldade, enviando e-mails para os parlamentares.
Por: José Floriano da Rocha, presidente do Sipetrol

Os sindicatos defenderam a Pauta de Reivindicações dos (as) Trabalhadores (as) Unificada Nacionalmente em sua íntegra.

Uma nova rodada de negociações foi marcada para 06 de outubro de 2025, no Rio de Janeiro.