
Segunda rodada da negociação coletiva com o Sindigás
Os sindicatos defenderam a Pauta de Reivindicações dos (as) Trabalhadores (as) Unificada Nacionalmente em sua íntegra.
Hoje, 24/1, é o Dia da Previdência Social. A data deveria ser de celebração para todos os brasileiros, afinal é uma conquista histórica para todos nós, mas, infelizmente, não é. Não há muito que comemorar.
O direito da previdência, que garante o acesso à aposentadoria, está ameaçado com o plano de um governo conservador, direcionado ao favorecimento dos interesses das elites e grandes empresários do país.
A reforma da previdência, expressa através da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 287/2016, em trâmite na Câmara dos Deputados, é um ataque aos direitos sociais fundamentais, amparados por lei, e altera as regras para o usufruto da almejada aposentadoria, após anos de trabalho prestado e tempo de contribuição para o sistema previdenciário.
Entre as mudanças propostas pela reforma, destacam-se: a padronização de idade mínima de 65 anos para homens e mulheres requererem a aposentadoria, aumento do tempo de contribuição de 15 para 25 anos, direito à aposentadoria integral após o cumprimento de 49 anos de trabalho, entre outras.
Atenção, trabalhadores e trabalhadoras, precisamos nos unir contra a aprovação de mais uma PEC do mal que quer jogar nas nossas costas a dívida do falso rombo da previdência pública. Esta conta não é nossa! Juntem-se a nós, participe das mobilizações a favor do veto dessa reforma, que será votada até o final do março.
Por: José Floriano da Rocha, presidente do Sipetrol

Os sindicatos defenderam a Pauta de Reivindicações dos (as) Trabalhadores (as) Unificada Nacionalmente em sua íntegra.

Uma nova rodada de negociações foi marcada para 06 de outubro de 2025, no Rio de Janeiro.