
Reforma da Previdência e a ameaça ao magistério
Os efeitos das medidas previstas podem ser drásticos, representando um retrocesso das conquistas obtidas pelas lutas da categoria ao longo da história.

Os efeitos das medidas previstas podem ser drásticos, representando um retrocesso das conquistas obtidas pelas lutas da categoria ao longo da história.

O desconto é de 40% no primeiro período do curso e 15% nos demais (não cumulativo e não se aplica para aquisição de material didático ou taxas). As aulas serão feitas no próprio CCAA, nos períodos da manhã, tarde ou noite.

BR, estamos de olho: trabalhadores de pista de aeroporto não são frentistas de aeronaves: têm regulamentação específica e direitos que precisam ser respeitados!

Na próxima segunda-feira, 1º de maio, é o Dia do Trabalhador. A data surgiu, no fim do século 19, nos Estados Unidos, em memória a uma grande greve de operários, realizada em 1886, que interrompeu as atividades dos parques industriais na cidade de Chicago.

Mesmo com lucros e crescimento, patrões alegaram crise e dificuldades de sempre para barrar negociação

Para revolta do nosso Sindicato e de demais entidades, centrais sindicais e muitos trabalhadores, a Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira, 26/4, a reforma trabalhista, que, praticamente, extingue os nossos direitos, conquistados historicamente, e elimina o poder da Consolidação das Leis Trabalhistas, a CLT, em defesa da classe trabalhadora.

Após última mobilização nacional, realizada no dia 15 de março, trabalhadores, sindicatos, centrais sindicais, diversos movimentos sociais realizarão grande greve geral no país, no dia 28/4, como protesto contra medidas anunciadas pelo governo de Michel Temer as reformas trabalhista e da Previdência, e o projeto da terceirização irrestrita, sancionado pelo Executivo que retiram direitos históricos dos trabalhadores e precarizam as condições de trabalho.

A Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta quarta-feira (19), o regime de urgência para o substitutivo ao Projeto de Lei 6.787, que mexe com a legislação trabalhista. Era uma nova tentativa de aprovar a urgência, rejeitada na sessão de terça, em uma derrota do governo. Desta vez, foram 287 votos a favor, 30 acima do número necessário e 57 a mais do que na véspera, e 144 contrários, menos que os de terça (163).

Estamos vivendo um cenário difícil, no qual brasileiros se vêm ameaçados por uma série de ataques do governo articulados em conjunto com os interesses do mercado empresarial contra direitos historicamente conquistados.

A única coisa que reverte a tragédia que está em curso no Brasil é promover uma grande greve geral, afirma secretário geral da CUT